segunda-feira, 30 de junho de 2014
A igreja é um lugar de pessoas imperfeitas, que resulta do fato de estarmos nela.
Este lugar imperfeito é, no entanto, o único espaço em que todos são bem-vindos. São bem-vindas as crianças. São bem-vindos os adolescentes. São bem-vindos os jovens. São bem-vindas os maiores de idade. São bem-vindos os idosos. São bem-vindos os saudáveis e os doentes. São bem-vindos os pobres, os "remediados" e os ricos; os generosos e os sovinas; os cônjuges fiéis e os cônjuges infiéis. São bem-vindas as mulheres. São bem-vindos os homens. Que organização é assim?
Para entrar numa igreja, não precisa atestado de bons antecedentes e de ninguém se exige curriculum vitae. Não se faz pesquisa sobre a idoneidade do interessado, nem carta de apresentação. O único requisito para participar é o desejo de pertencer. Que organização é assim?
A porta de entrada de uma igreja tem a mesma largura da porta de saída. Alguns vêm e têm satisfeitas as suas necessidades e vão. Se foram curados, foram curados pela comunidade. Como não entenderam, partiram. Outros vêm, não gostam e vão. Quem está espera que voltem. Outros vêm e ficam; não só ficam, como se envolvem e fazem a igreja crescer. O verdadeiro crescimento da igreja está na realização de sua missão que se desdobra em torno do essencial: oferecer a graça de Jesus Cristo a todos, aos de dentro e aos de fora, aos de perto e aos de longe, aos conhecidos e aos desconhecidos. Ela pode, por exemplo, enviar uma oferta para construir uma igreja ou uma escola ou hospital para pessoas distantes cujos rostos nunca verá e cujo nome nunca saberá. Que organização é assim?
Entre os que estão na igreja, uns a valorizam e outros a depreciam. Uns estão sempre presentes, outros irregularmente. Uns são dizimistas e outros nunca ou raramente contribuem; valorizam tanto o dinheiro, que ainda não sabem qual a razão da existência dele. Uns se empenham, participando com dedicação, e outros se parecem com consumidores numa loja de departamentos: pegam o que querem (um sermão, uma aula, um abraço, uma música, um cuidado), com a diferença que nada pagam. E essas pessoas, com atitudes tão dispares, se sentam uma do lado da outra. Não são classificadas ou desclassificadas por isto, porque estas atitudes ficam no foro da intimidade. Que organização é assim?
A igreja tem tudo para não dar certo, mas dá.
E dá porque é uma providência de Deus, que a dirige, assiste, conduz e supre.
Se a igreja segue para direção errada, Deus a corrige.
Se a igreja desanima, Deus a fortalece.
Se a igreja perde o rumo, Deus a reorienta.
Se a igreja tem necessidades, Deus a supre.
O insucesso da igreja se deve a sua desobediência.
O sucesso da igreja se deve a sua obediência.
Fonte: Prazer da Palavra
terça-feira, 27 de maio de 2014
Lares Honestos
É muito comum pensarmos que os males de uma nação vêm em consequência das decisões e escolhas dos seus dirigentes.
Infelizmente, em grande parte por culpa dos nossos dirigentes, a corrupção é uma constante da vida municipal, estadual e federal. Ela está presente nos governos e nas empresas privadas.
Devemos ser críticos dos políticos e dos empresários que, viciados na ganância, roubam, até mesmo usando brechas na lei.
No entanto, devemos ser críticos da população.
Parte do povo também mente.
Parte do povo também rouba.
Parte do povo também corrompe ou se deixa corromper.
Uma revolução moral precisa alcançar os palácios e escritórios, mas também precisa estar presentes em nossas salas de estar e em nossas cozinhas.
Um país honesto começa com lares honestos.
Fonte: Prazer da Palavra
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FICÇÕES DA CRUZ: PAI, PERDOA-LHES!
Jaziel estava entre os que gritavam.
Ele não conhecia a todos e nem todos vinham de Caná, como ele. Veio a pé, para a Páscoa, misturando-se com outros no caminho. Veio parando, que não tinha pressa. Nem contou quantos dias gastou, mas deve ter dado uns 12.
Hospedou na casa da tia Rebeca, que nunca saía. Ela achava a festa muito barulhenta e comemorava o êxodo em casa. Desde que o marido morreu, ela foi morrendo também; por isto, recebeu com alegria o sobrinho em casa.
Jaziel, como todo jovem aos 24 anos, gostava de festa.
Não era tempo de colheita de romãs na pequena fazenda do pai. Podia sair.
A tia não se importava que saísse, desde que voltasse antes do sábado começar.
Saiu cedo e foi seguindo as pessoas. Parece que todos iam para o mesmo lugar.
Ninguém podia entrar. Ninguém simples. Ninguém simples podia entrar na Fortaleza Antônia, de onde Pôncio Pilatos governava, quando estava em Jerusalém.
Do lado de fora, entre tantos que queriam saber o que estava acontecendo, Jaziel viu Pilatos no alto da escada. Todos falavam ao mesmo tempo.
Do lado dele, estava um homem, de cabeça baixa, aparentando cansaço. Pilatos gritou para a multidão.
-- Vou lhes soltar Barrabás.
-- Não.
Jaziel não entendeu. Procurou se informar.
O homem ao lado de Pilatos se dizia o Messias, o Messias tão esperado por Israel.
Os sacerdotes tinham certeza que era um impostor.
Jaziel se lembrou que na sua terra também apareceu um homem que andava pregando, mas ele ficava mais em Cafarnaum, na beira do lago Kinereth. Nunca o ouviu, mas ouviu falar dele; não sabia se era a mesma pessoa ali do alto da escadaria.
Se era um impostor, tinha que ser punido. Crucificar era forte, mas tinha que ser punido. O Messias ainda haveria de vir.
-- Crucifica-o.
De tanto ouvir o grito seguro, Jaziel também gritou, seguindo a onda:
-- Crucifica-o.
O impostor entrou na Fortaleza.
Meia hora depois voltou. Condenado.
Soldados o levavam. Jaziel já sabia para onde o levariam.
Ele teria que carregar a barra horizontal da cruz até o alto do morro do Crânio. Ali todo mundo veria. Ninguém mais ia dizer que era o Messias. A lição era necessária.
Jaziel ficou preocupado com a tia e voltou para a casa dela.
Ela não fez perguntas. Ele voltou para a rua. Saiu pela porta da Ovelha. Queria ver a crucificação.
Tinham acabado de chegar. Jaziel ficou olhando. Em Caná, essas coisas não aconteciam. Sabia que os romanos eram bons em crucificar, mas nunca tinha visto ninguém morrer assim.
Ficou perto da cruz. Uns 10 metros. Eram três cruzes, mas ele não sabia quem eram os outros dois. Deviam ser impostores também. Perto das cruzes, tinham várias pessoas, além dos algozes. Estavam ali umas mulheres, que Jaziel não conhecia. Estavam ali alguns homens, que Jaziel nunca vira.
Terminaram de cravar os pregos. Cada martelada era um gemido. Quando chegou, só faltavam os pés. Deu para ver os soldados cruzando os pés do impostor e cravá-lo firme na barra vertical. Gemidos.
Os soldados se afastaram como que para admirar o seu trabalho.
O impostor sofria em silêncio.
Então, levantou um pouco a cabeça. Jaziel pôde ouvir. Era uma oração:
-- Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que estão fazendo.
-- O que ele disse?
-- Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que estão fazendo.
Não era um grito. Era um pedido.
O impostor falara suave:
-- Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que estão fazendo.
Jaziel começou a ficar intrigado.
De novo, silêncio, mas a oração não deixava seu coração. Na verdade, ele estava repetindo a frase, para ver se entendia melhor. O impostor estava sendo crucificado. Ele ora, mas não pede por justiça, não pede fogo do céu. Pede perdão por aqueles que o matavam.
Pede perdão por aqueles que gritaram "crucifica-o".
Pede perdão por mim, que gritei, meio sem saber, "crucifica-o".
Seria ele um impostor?
Pouco depois, o homem morreu. A terra tremeu. Jaziel temeu.
Chegou mais perto. O centurião romano disfarçava a emoção, enquanto limpava as lágrimas:
-- Este homem era mesmo o filho de Deus.
Jaziel repetiu na hora:
-- Este homem era o filho de Deus.
Tentou se aproximar mais. Não deixaram. Agora, acontecesse o que acontecesse, Jaziel sabia que tinha encontrado o Messias, pena que tão tarde.
Se soubesse disto antes, Jaziel o teria seguido.
Fonte: Prazer da Palavra
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Você pode fazer MELHOR!
Muitos anos depois, encontraram-se os dois.
O aluno e o professor nunca mais tinham se visto.
O aluno contou uma história:
-- Estou aqui diante de alguém com quem aprendi uma grande lição. Na véspera de minha formatura, pronto para o jantar e para a festa, ele me procurou e disse que eu não ia me formar porque a minha monografia não estava apresentável. Ele me desafiou dizendo que eu podia fazer mais do que fizera.
Fez uma pausa, olhando para o professor:
-- Você me disse que eu tinha até o dia seguinte para refazer a monografia.
Transtornado e sem saída, o aluno deixou o jantar e foi para a casa. Virou a noite e parte do dia. Refeito o trabalho, levou-o ao professor, que lhe comentou:
-- Eu sabia que você ia conseguir. As pessoas de quem você vai cuidar precisam do melhor que você pode lhes dar.
O aluno, quase às lágrimas de alegria também pelo reencontro, concluiu:
-- Desde então tenho procurado fazer sempre o melhor que eu posso.
Sim, há sempre uma maneira de fazermos melhor o que nós fazemos, para o nosso próprio bem e para o bem dos outros.
Fonte: Prazer da Palavra
A APRISCO tem dado o seu melhor para muitas crianças, pois cremos num mundo melhor: www.aprisco.org
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CNE APROVA AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DE TEOLOGIA
CNE APROVA AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DE TEOLOGIA
A Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional e Educação aprovou, no dia 12 de Março de 2014, pelo voto unânime dos Conselheiros presentes à sessão, o parecer que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação de Teologia, bacharelado. O texto foi construído paulatinamente, desde 2010, pela relatoria do Conselheiro Gilberto Garcia, e contou com a assessoria da Comissão de Especialistas para subsidiar a formulação das diretrizes curriculares nacionais dos cursos de Teologia que foi instituída pela Portaria MEC/SESu nº 595 de 24 de maio de 2010.
O texto do Relator foi aprovado em quase toda sua integralidade, com exceção da novidade da obrigatoriedade do estágio curricular supervisionado. O documento seguirá para fase de revisão técnica no CNE e depois de assinado pelo Relator e Presidente da CES/CNE será publicado no Diário Oficial da União e seguirá imediatamente para a homologação ministerial. Após um (1) ano da publicação da Resolução que estabelece as Diretrizes, ficam revogados os efeitos do Parecer CNE/CES 63/2004, que dispõem sobre a regulamentação e reconhecimento civil de cursos teológicos livres realizados antes do Parecer CNE/CES 241/1999, não sendo mais permitido o aproveitamento de estudos e convalidação de títulos de cursos livres de Teologia, após esta data.
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TRANSFORMAÇÃO, DE UMA VEZ POR TODAS
De vez em quando ouvimos de pessoas o relato de que passaram por uma profunda transformação. Não são mais o que eram. Não fazem mais o que faziam.
Num primeiro momento, nós nos alegramos com a mudança, especialmente se essas pessoas não fazem parte do nosso mundo.
Imaginemos uma pessoa que um dia roubou. Ela diz que foi transformada. Acreditamos, até sermos convidados a lhe dar um emprego.
Situemos uma pessoa que um dia foi maledicente. Ela diz que não é mais. Acreditamos, mas ficamos com um pé atrás quando lhe damos as costas.
No fundo, não cremos que as pessoas mudem. Basicamente, temos dificuldade com a possibilidade da transformação pessoal.
No entanto, temos dificuldade em aceitar o preconceito quando nós somos a pessoa que afirma ter mudado. Ontem traímos e hoje sofremos quando ainda nos veem como infiéis. Ontem desviamos dinheiro e hoje sofremos porque não acreditam em nossa honestidade.
O ladrão está condenado a ser sempre ladrão, mesmo que tenha se arrependido.
O maledicente está condenado a ser sempre maledicente, mesmo que tenha deixado este prazer.
Agindo assim, negamos aos outros a mudança que achamos ser possível em nós.
Vivendo assim, negamos o poder da graça de Deus nas vidas das pessoas.
A graça nos livra de todo tipo de condenação. Para sempre.
Num primeiro momento, nós nos alegramos com a mudança, especialmente se essas pessoas não fazem parte do nosso mundo.
Imaginemos uma pessoa que um dia roubou. Ela diz que foi transformada. Acreditamos, até sermos convidados a lhe dar um emprego.
Situemos uma pessoa que um dia foi maledicente. Ela diz que não é mais. Acreditamos, mas ficamos com um pé atrás quando lhe damos as costas.
No fundo, não cremos que as pessoas mudem. Basicamente, temos dificuldade com a possibilidade da transformação pessoal.
No entanto, temos dificuldade em aceitar o preconceito quando nós somos a pessoa que afirma ter mudado. Ontem traímos e hoje sofremos quando ainda nos veem como infiéis. Ontem desviamos dinheiro e hoje sofremos porque não acreditam em nossa honestidade.
O ladrão está condenado a ser sempre ladrão, mesmo que tenha se arrependido.
O maledicente está condenado a ser sempre maledicente, mesmo que tenha deixado este prazer.
Agindo assim, negamos aos outros a mudança que achamos ser possível em nós.
Vivendo assim, negamos o poder da graça de Deus nas vidas das pessoas.
A graça nos livra de todo tipo de condenação. Para sempre.
Fonte: Prazer da Palavra
Marcadores: Reflexões
Artigos Relacionados:terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Assim como Neemias, mantenha o foco e a fé
"SUCEDEU que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesem, o árabe, e o resto dos nossos inimigos, que eu tinha edificado o muro, e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais, Sambalate e Gesem mandaram dizer-me: Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal. E enviei-lhes mensageiros a dizer: Faço uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse, e fosse ter convosco? E do mesmo modo enviaram a mim quatro vezes; e da mesma forma lhes respondi. Então Sambalate ainda pela quinta vez me enviou seu servo com uma carta aberta na sua mão; e na qual estava escrito: Entre os gentios se ouviu, e Gesem diz: Tu e os judeus intentais rebelar-vos, então edificas o muro; e tu te farás rei deles segundo estas palavras; e que puseste profetas, para pregarem de ti em Jerusalém, dizendo: Este é rei em Judá; de modo que o rei o ouvirá, segundo estas palavras; vem, pois, agora, e consultemos juntamente. Porém eu mandei dizer-lhe: De tudo o que dizes coisa nenhuma sucedeu; mas tu, do teu coração, o inventas. Porque todos eles procuravam atemorizar-nos, dizendo: As suas mãos largarão a obra, e não se efetuará. Agora, pois, ó Deus, fortalece as minhas mãos." Neemias 6:1-9
Nesse texto, vemos a conspiração dos inimigos do povo de Deus, na intenção de impedir a reconstrução dos muros da cidade de Jerusalém.
Neemias veio da Pérsia para reconstruir os muros de Jerusalém. O que para muitos eram somente escombros, para ele era a restauração da “Cidade Santa”.
Sambalate e Gesém preparam até uma emboscada (v. 2), seguida de carta aberta formalizando acusações (v. 5); tudo isso para impedir o avanço dos trabalhos. Porém, nada disso foi suficiente para amedrontar o servo de Deus, que estava convicto, decidido a levar até o fim a sua missão. Nem mesmo falsos profetas (v. 14) puderam atemorizá-lo.
Quando verdadeiramente compreendemos nosso chamado e confiamos naquele que nos comissionou, aprendemos que ele fortalece as nossas mãos para estarem aos seus serviços.
Fonte: Thomaz Lupo Neto
Marcadores: Reflexões
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Você precisa de quê?
O presidente de uma empresa da área de tecnologia da informação disse que a "telefonia é uma necessidade básica" do ser humano.
A frase mostra, além do interesse comercial evidente, que tendemos a ampliar a nossa lista de "necessidades básicas". Damos, assim, adeus a Abraham Maslow, cuja hierarquia, além das necessidades fisiológicas, incluía APENAS as de segurança, amor (ou pertencimento a um grupo), estima e auto realização.
Quanto maior a lista, mais dependemos dela. Parece, por exemplo, que dependemos mais de tecnologia do que de Deus. É como se nos sentíssemos mais seguros dependendo do que falha do que d'Aquele que jamais falha.
A frase mostra, além do interesse comercial evidente, que tendemos a ampliar a nossa lista de "necessidades básicas". Damos, assim, adeus a Abraham Maslow, cuja hierarquia, além das necessidades fisiológicas, incluía APENAS as de segurança, amor (ou pertencimento a um grupo), estima e auto realização.
Quanto maior a lista, mais dependemos dela. Parece, por exemplo, que dependemos mais de tecnologia do que de Deus. É como se nos sentíssemos mais seguros dependendo do que falha do que d'Aquele que jamais falha.
Fonte: Prazer da Palavra
Marcadores: Crônicas
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PEPE Sergipe promove capacitação de professores de crianças

O PEPE Sergipe em parceria com a APEC estão promovendo uma capacitação para professores de crianças e missionários facilitadores para unidades do PEPE. A APRISCO.ORG estará sendo representada por seus Educadores Sociais e voluntários da unidade em Siriri.
Marcadores: APEC, Capacitação, PEPE
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O DISCRETO PRECONCEITO DA BURGUESIA
As cidades, sobretudo as médias e grandes, têm ruas, bairros ou regiões considerados mais nobres que os outros.
Aos moradores destas áreas são concedidos "status" mais elevados do que os outros, como se tivessem mais valor.
As casas ou prédios são feitos do mesmo material, mas custam mais. Os cômodos são, muitas vezes, menores, mas valem mais.
Um transeunte desinformado que passeie pelas imediações dificilmente distinguirá a "nobreza" de um e a "pobreza" do outro.
Eis que um professor particular, com mais de 20 anos de atividades bem-sucedidas, com alunos nas duas áreas, dava suas aulas de reforço na aprendizagem para um aluno da área "nobre", quando, inadvertidamente, deixou escapar o bairro onde morava.
Era do outro lado. Foi sua última aula.
Ele, então, aprendeu como se manifesta o preconceito.
Seus alunos não podem saber onde ele mora. Como suspeitam que more na região deles, é um excelente professor.
Como o preconceito é, além de odioso, estúpido, as aulas que ele dá na zona nobre valem o dobro. Se cobrar menos lá, "não deve ser bom" e fica sem alunos.
Fonte: Prazer da Palavra
Marcadores: Crônicas
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Aprisco.org ganha patrocínio exclusivo!
A APRISCO.ORG, ONG que beneficia inúmeras famílias no município de Siriri/SE recebe patrocínio exclusivo do site de material médico-hospitalar NEOFISIO - Fisioterapia . Estética . Saúde. Os termos da parceria abrange o encaminhamento e apoio das famílias alcançadas pela Aprisco que necessitem de cuidados terapêuticos na área de fisioterapia, odonto, avaliação física e estética corretiva. Além disso, a empresa estará patrocinando eventos e diversas atividades da Aprisco, bem como apadrinhando algumas das suas crianças.
Sobre a NEOFISIOA loja é parceira da CAPPE material médico-hospitalar e foi criada para levar ao público brasileiro os melhores produtos para saúde.
Oferecem aos profissionais da saúde todo suporte para que os mesmos possam crescer profissionalmente e melhorar cada vez mais o seu atendimento ao cliente.
Buscam permanentemente o bem-estar de seus clientes através do aperfeiçoamento contínuo de ações comerciais, estimulando a criatividade de cada funcionário e procurando ser "A Melhor Distribuidora de Produtos para Saúde".
Seu objetivo principal é promover soluções inovadoras e serviços diferenciados para saúde, contribuindo com o sucesso nas realizações dos sonhos de seus clientes, buscando a satisfação de parceiros e colaborando com o bem estar da sociedade.
Oferecem aos profissionais da saúde todo suporte para que os mesmos possam crescer profissionalmente e melhorar cada vez mais o seu atendimento ao cliente.
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Visite a loja virtual e conheça toda a linha de produtos. O site oferece pagamento facilitado em 12x sem juros.
www.neofisio.com.br
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Artigos Relacionados:segunda-feira, 16 de setembro de 2013
PRECONCEITO SE APRENDE. TALVEZ!
Preconceito se aprende em casa (dos pais ou dos avós).
Preconceito se aprende na escola. (Quem não fuma não é homem.)
Preconceito se aprende na igreja. (Quem não crê como eu creio vai para o inferno.)
Preconceito se aprende na rua. (Quem não usa a marca que eu uso é pobre).
Preconceito se aprende nos livros de ciência. (A "raça" dos judeus é ruim.)
Preconceito se aprende nas páginas da filosofia e da teologia. (Negro não tem alma.)
Preconceito se aprende nas leis. (Quem tem curso superior é superior ao bandido que não o tem e logo não pode ficar na mesma cela com ele.)
Talvez o preconceito nasça mesmo com a gente.
Na verdade, "os preconceitos têm raízes mais profundas que os princípios" (Maquiavel).
É por isto que "é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito" (Einstein)
E geração após gerações, aqui e ali, vamos escutando que "negro quando não erra na entrada, erra na saída" ou perguntando se aquele objeto "veio do Paraguai" ou meneando a cabeça no trânsito quando o motorista da frente comete um erro, como a confirmar nossa certeza que "só podia ser mulher".
Somos todos como Natanel, aquele rapaz que, ao saber que Jesus era nazareno, duvidou que pudesse vir alguma coisa boa de Nazaré, embora ele fosse de Caná, uma cidade ainda mais insignificante.
O preconceito se desfaz quando nos consideramos todos iguais, não importam os tons de nossas peles (porque a cor é uma só: ser humano), das marcas de nossas roupas (que revelam mais a estupidez do que a condição econômica de um usuário), das afirmações de nossas crenças (muitas vezes contrárias aos ensinos dos fundadores) ou dos nossos sobrenomes (como se caráter fosse hereditário).
O que precisamos saber é que, depois que Jesus Cristo nos ensinou a amar o outro como a nós mesmos, não deve haver distinção, para exaltar ou para humilhar, entre um judeu e um grego, um escravo e um livre, um homem e uma mulher (Gálatas 3.28), porque pessoas de religiões, condições sociais ou gêneros diferentes são mesmo iguais.
Fonte: Prazer da Palavra
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SE NÓS O CONVIDARMOS
Se queremos famílias saudáveis, precisamos buscar a Deus como a fonte dos nossos valores, como a força em nossas lutas, como a garantia de nossas vitórias. Sem Ele, podemos suar, mas suaremos em vão.
Se O convidarmos para habitar em nossas casas, não desistiremos mesmo quando as dificuldades parecerem insuperáveis, seja o desvio de um filho ou de um cônjuge. Seremos capacitados por Ele a continuar amando e insistindo na vida familiar. Se as feridas abertas em nós precisarem ser fechadas por meio do perdão, Ele nos dará força para perdoar. Se nós tivermos sido os agentes das feridas, Ele nos dará coragem para pedir perdão e aguardar.
Se O convidarmos para passear por nossas mesas de alegria, não desistiremos mesmo quando a tragédia se abater sobre as nossas casas, seja pela escassez de saúde ou de dinheiro, seja pela morte prevista ou surpreendente.
Se O convidarmos para ocupar todos os cômodos de nossa família, não desistiremos de educar nossos filhos para a profissão, para a vida, para a aprendizagem dos valores eternos. Ele conosco, cultivaremos sempre o sentido da missão, seja o sentido intrínseco, que é o bem estar da família, seja o sentido extrínseco, que é o bem estar do mundo.
Se O convidarmos para selar nossos compromissos, haverá paz em nossa família e a paz da família é a paz da cidade e da sociedade.
Fonte: Prazer da Palavra
Em obediência à visão dada por Deus a Aprisco.org tem abençoado muitas famílias em Siriri. Visite o nosso site e saiba como se envolver: www.aprisco.org
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Pr. Jairo e irmã Mary recuperam-se de cirurgia
O Pr. Jairo e irmã Mary são gratos a Deus pelo pleno restabelecimento após cirurgia que ambos foram submetidos quando do acidente de automóvel em cachoeiras de Macacu.
Na foto, jantando juntos. Jairo, pela primeira vez em quatro semanas, comeu à mesa.
Na foto, jantando juntos. Jairo, pela primeira vez em quatro semanas, comeu à mesa.
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sexta-feira, 21 de junho de 2013
Pr. Jairo e irmã Mary precisam de nossas orações!
Um acidente de carro em Cachoeiras de Macacu vitimou nossos irmãos Pr. Jairo e Mary, sua esposa. Ambos encontram-se internados no Hospital Municipal aguardando cirurgia e transferência. Abaixo, veja a mensagem postada no facebook pela irmã Mary:
"Queridos amigos!
SOU EU - a Mary rsrs
Papai do Céu mais uma vez permitiu que eu e Jairo ficássemos no repouso. Tivemos um GRANDE livramento! Estamos ainda em Cachoeiras de Macacu internados no Hospital Municipal, onde eu aguardo minha cirurgia por aqui mesmo no meu ombro e Jairo aguarda transferência para outro hospital que tenha CTI para fazer a cirurgia no fêmur.
Agradeço as orações de todos os amigos pela minha família, pelo nosso ministério. Continuamos a esperar no Senhor.
A certeza que nós temos é que Deus tem algo muito grande a fazer por nós.
Estávamos eu e o Jairo, meu filho Matheus e meu irmão Zidson, que não sofreram nada, apenas o trauma. Eu louvo a Deus por tudo o que Ele fez, pois preservou o que era mais precioso para nós - nossa família.
Obrigada por tudo!
Mary!
PS: Continuem orando por nós. Se alguém puder nos ajudar a conseguir a vaga para a transferência de Jairo, isso nos adiantará muito.
PS²: Quero agradecer também pelos recadinhos, ligações e visitas de alguns pastores que temos recebido."
"Queridos amigos!
SOU EU - a Mary rsrs
Papai do Céu mais uma vez permitiu que eu e Jairo ficássemos no repouso. Tivemos um GRANDE livramento! Estamos ainda em Cachoeiras de Macacu internados no Hospital Municipal, onde eu aguardo minha cirurgia por aqui mesmo no meu ombro e Jairo aguarda transferência para outro hospital que tenha CTI para fazer a cirurgia no fêmur.
Agradeço as orações de todos os amigos pela minha família, pelo nosso ministério. Continuamos a esperar no Senhor.
A certeza que nós temos é que Deus tem algo muito grande a fazer por nós.
Estávamos eu e o Jairo, meu filho Matheus e meu irmão Zidson, que não sofreram nada, apenas o trauma. Eu louvo a Deus por tudo o que Ele fez, pois preservou o que era mais precioso para nós - nossa família.
Obrigada por tudo!
Mary!
PS: Continuem orando por nós. Se alguém puder nos ajudar a conseguir a vaga para a transferência de Jairo, isso nos adiantará muito.
PS²: Quero agradecer também pelos recadinhos, ligações e visitas de alguns pastores que temos recebido."
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
Obedecer tem um preço
A história de Maria começa com um ato de obediência.
Quando o anjo a visitou com a notícia que teria um bebê e com a palavra que seu filho seria o Messias, certamente Maria ficou surpresa, mas tomou a decisão: "Aconteça comigo conforme a tua palavra." (Lucas 1.38) Portanto, "Maria, pela fé consentiu com o plano de Deus. Maria, pela fé, começou a levar a cruz antes que Jesus nascesse. Maria começou a sofrer antes que o Messias sofresse". (Scot MacNight)
Há um preço na obediência. Há um preço na desobediência. E não há meio termo entre obediência e desobediência.
Deus precisava de um ventre pronto para receber Seu Filho. Deus precisava de um coração para fazer a Sua vontade. Deus precisava de uma vida abençoada que abençoasse outras.
Foi assim com Abraão, que, para experimentar a bênção de Deus, teve de sair de Ur, valer dizer, teve de abandonar seu estilo de vida (sua tranquilidade, sua cidade). Não há bênção sem obediência.
Deus chama pessoas para abençoar porque Ele sabe que abençoar é o verbo que quem quer ser abençoado precisa conjugar. Você quer ser abençoado? Abençoe.
Como precisou de Maria, Deus precisa de nós para abençoar outras pessoas. O sentido da vida do outro depende de nossa obediência. O sentido de nossa própria vida depende da nossa obediência.
Fonte: Prazer da Palavra
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Consulta Ciganos no Nordeste
A Missão Juvep está organizando a Consulta Ciganos no Nordeste. Essa consulta será no dia 31 de maio, das 9hs às 17hs na sede da missão em Cabedelo, Paraíba. Essa iniciativa conta com o apoio da Missão Amigos dos Ciganos (MACI), da Rede Nacional de Apoio aos Ciganos (RENACI) e do Instituto Antropos.
Teremos a presença do Pr Igor Shimura, presidente da Missão Amigos dos Ciganos, do Pr Valdir que é o primeiro pastor cigano do Brasil e presidente da RENACI, e do Pr Robelito, presidente do núcleo da MACI na Bahia.
Consulta
A Consulta será uma reunião estratégica com líderes de agências e obreiros envolvidos ou interessados na evangelização de ciganos, onde serão compartilhados dados, pesquisas e definidas algumas ações em conjunto. Também será uma rica oportunidade de conhecer as iniciativas existentes.
Inscrição
O valor da Inscrição é de apenas R$ 25,00 (vinte e cinco reais), inclui coffee-break e almoço. Caso deseje participar preencha a ficha de inscrição online.
Contato
Telefone: 83 3248.2095 - Escritório Juvep
Email: centraldemissoes@juvep.com.br
Contamos com sua presença e contribuição para a evangelização dos ciganos no Nordeste.
Missão Juvep
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Marinha abre concurso para Capelão Naval. Salário: R$ 7,4 mil
De acordo com o edital do concurso, o salário para os cargos é de R$ 7.400. Para concorrer, é preciso ser brasileiro nato, ter entre 30 e 41 anos de idade e ter formação teológica regular de nível universitário, reconhecido pela autoridade eclesiástica de sua religião. A inscrição pode ser feita no site da Diretoria de Ensino da Marinha.
Quem for classificado após todas as etapas do processo seletivo passará por um curso de formação de oficiais com duração de 39 semanas, no Rio de Janeiro. Após o curso, será nomeado oficial com o posto de primeiro-tenente da Marinha.
Fonte: https://www.ensino.mar.mil.br/marinha/index_concursos.jsp?id_concurso=264
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TER MEDO É HUMANO
Qual a maior virtude de Davi, o rei de Israel ? É difícil escolher uma, mas certamente a coragem está entre elas. No entanto, há pelo menos um episódio em que fica claramente com medo (1 Samuel 21.10-15).
Enfraquecido diante da fúria persecutória de Saul, Davi fugiu para Gate, cidade filisteia governada por Aquis. O rei local reconheceu Davi como guerreiro poderoso. Em lugar de se valorizar, o filho de Jessé temeu que Aquis o enfrentasse e derrotasse.
Então, teve medo.
Na tentativa de se livrar, fingiu-se de louco. A estratégia deu certo. Em seguida, fugiu para outro lugar.
Aprendemos, com esta história, que o mundo é o que ele é e não o que gostaríamos que fosse. Por isto mesmo, Jesus, quando enviou seus apóstolos, deu-lhes esta (estranha) instrução: "Eu os estou enviando como ovelhas entre lobos. Portanto, sejam astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas" (Mateus 10:16). Davi tinha o dever de proteger a sua vida. O cuidado é não tornarmos a ética da exceção na ética da regra, legitimando-se todos os recursos em nome de uma propalada defesa da vida.
Esta mesma passagem, no entanto, nos adverte que a nossa força pode ser nossa fraqueza. O valente Davi teve medo.
Talvez devêssemos julgá-lo: ele não cantou nenhum salmo. Ele teve medo. Antes, devemos nos identificar com ele: há situações que nos põem medo. Por que não admiti-lo.
O que não podemos é fazer do medo a regra.
Se tivermos medo, devemos, no limite, agir como Davi; como ideal, devemos pedir a Deus que nos fortaleça.
Fonte: Prazer da Palavra
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Encante-se com os que o encantam
Quando se assenta diante de uma pessoa visionária, você pode se deixar tomar por dois sentimentos.
Um é o da amargura, chamada geralmente de inveja. "Se tivesse as mesmas condições, eu também faria o que ele faz. Não vejo nele tudo o que dizem. Ele é movido pela vaidade. Ele pensa que é a história é movida por frases de efeito. No meu contexto, nenhuma ideia dele iria para frente".
Outro é o do prazer. Prazer de ouvir sonhos. Prazer de ver uma pessoa que faz as coisas acontecerem. Prazer que produz inspiração. Prazer que gera admiração.
Diante de uma pessoa que sonha e realiza, mesmo que não prosperem todos os seus projetos, podemos dar nossos próprios passos.
E o primeiro é que precisamos nos assentar diante daqueles que, enquanto falam, os olhos brilham; seus braços parecem abraçar o mundo, porque o mundo ficou pequeno diante da grandeza dos seus sonhos.
E o segundo é que também podemos sonhar. Ou melhor: devemos sonhar. O mundo pode ser diferente do que é. E isto começa com um sonho. O mundo está diante de nós para ser construído.
Afinal, não temos que fazer hoje o que precisamos fazer do mesmo modo que fizemos ontem.
A propósito: qual foi a última vez em que você se assentou para ouvir uma pessoa cheia de visão, a fim de aprender com o vigor da sua esperança?
Fonte: Prazer da Palavra
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