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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

TRANSFORMAÇÃO, DE UMA VEZ POR TODAS

De vez em quando ouvimos de pessoas o relato de que passaram por uma profunda transformação. Não são mais o que eram. Não fazem mais o que faziam.
Num primeiro momento, nós nos alegramos com a mudança, especialmente se essas pessoas não fazem parte do nosso mundo.
Imaginemos uma pessoa que um dia roubou. Ela diz que foi transformada. Acreditamos, até sermos convidados a lhe dar um emprego.
Situemos uma pessoa que um dia foi maledicente. Ela diz que não é mais. Acreditamos, mas ficamos com um pé atrás quando lhe damos as costas.
No fundo, não cremos que as pessoas mudem. Basicamente, temos dificuldade com a possibilidade da transformação pessoal.
No entanto, temos dificuldade em aceitar o preconceito quando nós somos a pessoa que afirma ter mudado. Ontem traímos e hoje sofremos quando ainda nos veem como infiéis. Ontem desviamos dinheiro e hoje sofremos porque não acreditam em nossa honestidade.
O ladrão está condenado a ser sempre ladrão, mesmo que tenha se arrependido.
O maledicente está condenado a ser sempre maledicente, mesmo que tenha deixado este prazer.
Agindo assim, negamos aos outros a mudança que achamos ser possível em nós.
Vivendo assim, negamos o poder da graça de Deus nas vidas das pessoas.
A graça nos livra de todo tipo de condenação. Para sempre.
 
Fonte: Prazer da Palavra

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Assim como Neemias, mantenha o foco e a fé

"SUCEDEU que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesem, o árabe, e o resto dos nossos inimigos, que eu tinha edificado o muro, e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais, Sambalate e Gesem mandaram dizer-me: Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal. E enviei-lhes mensageiros a dizer: Faço uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse, e fosse ter convosco? E do mesmo modo enviaram a mim quatro vezes; e da mesma forma lhes respondi. Então Sambalate ainda pela quinta vez me enviou seu servo com uma carta aberta na sua mão; e na qual estava escrito: Entre os gentios se ouviu, e Gesem diz: Tu e os judeus intentais rebelar-vos, então edificas o muro; e tu te farás rei deles segundo estas palavras; e que puseste profetas, para pregarem de ti em Jerusalém, dizendo: Este é rei em Judá; de modo que o rei o ouvirá, segundo estas palavras; vem, pois, agora, e consultemos juntamente. Porém eu mandei dizer-lhe: De tudo o que dizes coisa nenhuma sucedeu; mas tu, do teu coração, o inventas. Porque todos eles procuravam atemorizar-nos, dizendo: As suas mãos largarão a obra, e não se efetuará. Agora, pois, ó Deus, fortalece as minhas mãos." Neemias 6:1-9

Nesse texto, vemos a conspiração dos inimigos do povo de Deus, na intenção de impedir a reconstrução dos muros da cidade de Jerusalém.
Neemias veio da Pérsia para reconstruir os muros de Jerusalém. O que para muitos eram somente escombros, para ele era a restauração da “Cidade Santa”.
Sambalate e Gesém preparam até uma emboscada (v. 2), seguida de carta aberta formalizando acusações (v. 5); tudo isso para impedir o avanço dos trabalhos. Porém, nada disso foi suficiente para amedrontar o servo de Deus, que estava convicto, decidido a levar até o fim a sua missão. Nem mesmo falsos profetas (v. 14) puderam atemorizá-lo.
 
Quando verdadeiramente compreendemos nosso chamado e confiamos naquele que nos comissionou, aprendemos que ele fortalece as nossas mãos para estarem aos seus serviços.

Fonte: Thomaz Lupo Neto

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A ovelha, agora achada!


Graça e paz da parte de Deus o Pai e do Senhor Jesus, o Cristo de Deus.

Hoje, como o tenho buscado diariamente, lendo a Palavra de Deus, pude tirar uma lição de vida e para a vida, sobre o texto de Lucas 15:1-10.
"Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas e tendo perdido uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai em busca da que se havia perdido até achá-la?"
Jesus sempre criticado, não reage como os homens. Ele sempre tem algo a ensinar aos seus contraditores, Jesus sempre está a responder com mansidão conforme o apóstolo Pedro em sua primeira carta 3:15 "mas santificai nos vossos corações a Cristo como Senhor, estando sempre prontos a dar uma resposta a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, mas com mansidão e temor."
De Jesus aprendi que há muita importância em estarmos achando as ovelhas desgarradas, as perdidas; sejam de Israel, de São Paulo ou em Itaporanga D'ajuda em Sergipe, não importa onde.
Deus tem nos ordenado a desempenhar o papel de verdadeiros pastores. Pastores que se desprenderão das zonas de conforto a irem achar as pobres ovelhas que se perderam e continuam a perder-se de vistas, se embrenhando nos matagais das estradas e caminhos alargados pelas patrol's (máquina de abrir caminhos e conservar em condições de tráfego, os transeuntes e veículos) do pecado, que aqueles(as) escolhem, em desobediência, trilharem os seus próprios caminhos (largos).
É para nós, um motivo a mais que temos de ir, "Ide e pregai..." (Mt. 28: 19), "mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da casa de Israel" (Mt 6:10). Há ainda outras muitas ovelhas que pertencem ao Aprisco de Jesus.
A busca é algo maravilho, é fazer acontecer no céu uma alegria incontada entre os anjos.
Busquemos, irmãos, sim fazer acontecer essa festa no céu.
Nós, pastores Baptistas Clássicos, bíblicamente pregando a palavra de salvação.
Que Deus, Todo Poderoso nos conceda essa maravilhosa graça.

A todos os Baptistas Clássicos, Deus continue nos dando a graciosa paz em Cristo.
Ao nosso Presidente, Deus lhe dê mais ainda perseverança.

No amor de Cristo.

Ediel Carvalho da Silva.
OPBB   1238
OPBCB    016


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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Ó DEUS, DÁ-ME UM CORAÇÃO COMO O DE NEEMIAS!


Autor: Riedson Alves Filho é pastor Batista em Salvador/BA.

Fico impressionado quando leio a história de Neemias, pois vejo nele as características de um servo comprometido com as coisas de Deus. Podemos dizer que Neemias tinha verdadeiramente um coração missionário.

Quando lemos Neemias 1:4, é possível perceber que ele se importava com aquele povo, pois, depois de receber a notícia que dava conta de como o povo estava perdido e abandonado o texto nos informa que Neemias chorou e lamentou.

Precisamos de um coração sensível: que chore, que lamente por aqueles que estão se perdendo, pelos povos que não foram alcançados pela graça de Deus. Vivemos num mundo insensível, onde a situação do outro não importa, mas nós cristãos devemos fazer diferente, devemos lamentar por aqueles que estão se perdendo, precisamos sentir o que o coração de Deus sente ao ver essas pessoas caminhando rumo à destruição eterna.

Mas não basta sentir pesar pelos povos perdidos, não podemos ficar apenas no choro e lamento, no mesmo versículo diz que Neemias orou e jejuou diante de Deus em favor desse povo. Precisamos de um coração intercessor, disposto a se derramar diante de Deus em oração, que clame dia e noite pelos povos perdidos, que busque no Senhor a salvação para eles, que busque o revestimento de poder para a obra missionária.

Mais adiante é possível ver que Neemias tinha também um coração disponível, ele não apenas chorava e intercedia pelo povo, ele se mobilizou e envolveu outras pessoas nessa empreitada, como foi o caso do rei Artaxerxes, que foi sensibilizado a investir na restauração de Jerusalém, do templo e daquelas vidas; não só isso, mas Neemias foi até Jerusalém e se envolveu em todo o processo de reconstrução física e espiritual.


Ao estudar a vida de Neemias consigo localizar três coisas fundamentais: um coração sensível, um coração intercessor e um coração disponível para a obra do Senhor. Como servo de Deus, consciente de meu dever missionário, eu só posso dizer: Ó Deus, dá-me um coração como o de Neemias!

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Crianças: Simples assim!


Passo em frente a uma escola.
Passo a passos de apressado.
Crianças brincam no intervalo das aulas na sala.
Uma grita:
-- Pastor!!!
Depois se vira para as colegas e informa:
-- É o pastor.
Todas vêm.
Nossas mãos se encontram por entre as grades, onde algumas se penduram.
Com uma comento:
-- Ah quanto tempo não te vejo.
-- Eu gosto muito de ir à igreja, mas, se meu pai não vai, minha mãe não vai.
Tristezas em nós.
Então, outra menina, de uns cinco anos, oferece a solução:
-- Todo domingo eu ligo para você e você vai comigo.
As coisas não são bem assim nesta idade.
Sigo meu passo a passos de apressado, a mente refletindo sobre as palavras perfeitas vindas das crianças.
Uma menina quer ir à igreja, mas seus pais não a levam.
Uma menina cujos pais a levam se apresenta para levar a amiga que os pais não levam.
A propósito, onde estarão seus filhos no domingo próximo?

Fonte: Prazer da Palavra (adaptado)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Vontade de Deus tem a ver com relacionamento


Vontade de Deus tem a ver com relacionamento, logo está menos para conhecimento e mais para obediência. Por isto, Jesus mesmo garante: "qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe" (Marcos 3.35). O apóstolo Paulo deixa claro que a vontade de Deus é que todos vivemos de modo santo (1Tessalonicenses 4.3), modo que está claramente apresentado na Bíblia.
Não existe, então, vontade de Deus? No sentido de plano obrigatório a ser seguido, não. 
No sentido de que há decisões boas e ruins, sim. Neste caso, devemos ler a Bíblia onde está todo o conselho de Deus. Devemos, ao mesmo tempo, orar em busca de orientação e aguardar a sua resposta, que pode vir por alguma maneira sobrenatural mas que geralmente vem através de sinais e placas,
como aquelas das ruas e estradas que percorremos, sempre em consonância com a Palavra de Deus já dada e jamais contraditada.

Fonte: Prazer da Palavra

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Se nos arrependermos, será tarde demais!


Edmilson, 60 anos incompletos, experiente motorista de ônibus, atropelou algumas pessoas.
Ao seu lado, um amigo percebeu o que ocorrera e puxou o freio de mão. Evitou assim tragédias maiores.
Uma colega, ao seu lado, percebeu que Edmilson estava passando mal e precisava de socorro, mas, antes do socorro, um grupo invadiu o ônibus que dirigia, arrastou-o para fora a bofetões para o linchar.
Não adiantou que alguns gritassem para contar que o motorista não estava bêbado e nem dirigia em alta velocidade.
Para os vizinhos, ele estava bêbado, ele dirigia embriagado, ele merecia morrer.
Mataram a socos, pedradas, extintores de incêndio e pedaços de pau um homem, cujo maior defeito, segundo um dos seus filhos, era trabalhar muito.
No dia seguinte, certamente muitos que o empurraram para fora ou procuraram objetos para lançar contra ele ou levaram suas mãos para o linchar, refletiram sobre seus gestos e viram como foram injustos e cruéis.
Tarde demais.
Quando julgamos o outro, sem o ouvir, nós o matamos.
Quando precipitamos atitudes, sem pensar, nós podemos nos tornar homicidas. Se nos arrependermos, será tarde demais.

Fonte: Prazer da Palavra
Foto: Ultimo Segundo

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sobre Pais e Filhos.

EU ME ALEGRO
Eu me alegro pelas novas gerações de cristãos: crianças, juniores, adolescentes e jovens.
Eu me alegro com aqueles que, nascidos no Evangelho, tornaram-no corajosamente seu.
Eu me alegro com aqueles que, tendo outros berços, fizeram da manjedoura de Cristo a sua casa.
Eu me alegro com aqueles que, tendo pais cristãos relapsos, foram além deles e hoje procuram viver de modo digno de Jesus.
Eu me alegro como o apóstolo Paulo se alegrava com a escolha de Timóteo, que ouviu o Evangelho de Jesus Cristo dos lábios e do corpo de sua mãe e sua avó e decidiu viver o Evangelho e pelo Evangelho.

EU ME ENTRISTEÇO
Eu me entristeço junto com os pais que choram os filhos que não mais compartilham a fé que um dia dividiram nos mesmos bancos de igreja e nas mesmas mesas de almoço, quando comentavam a aula, o sermão ou um louvor. Sempre que puderam, oraram com eles em casa, levaram-nos a igreja, compraram-lhes Bíblias e livros de valores, mostraram-lhes o caminho excelente. Sempre desejaram que fossem cristãos dedicados, como eles. Sempre deram exemplos de uma vida vivida diante de Deus. No entanto, em algum momento seus filhos fizeram outras escolhas, que precisam de respeito, regado a orações de joelhos feridos pela saudade e pela dor.
Quem assim se entristece faz parte da mesma galeria com Isaque, triste com a briga dos filhos (Esaú e Jacó) e suas partidas. E as lágrimas cederam lugar ao sorriso, quando um deles (Jacó) voltou para casa.

EU LAMENTO
Eu lamento os pais relapsos que até desejaram que seus filhos lessem a Bíblia, embora não o fizessem.
Eu lamento os pais omissos, que até esperaram que seus filhos se dedicassem à oração, apesar de nunca serem vistos por eles de joelhos à beira da cama.
Eu lamento os pais irresponsáveis que até insistiram para que seus filhos fossem à igreja, mas os levavam só nos domingos em que não tinham coisa "melhor" para fazer.
Eu lamento os pais críticos que até imaginaram que seus filhos acabassem se dedicando aos ministérios da igreja, como se fossem capazes de sobreviver à enxurrada de comentários depreciativos ao ensino da igreja, à música da igreja, à estrutura da igreja.
É como se eu pudesse me juntar a Davi em seu lamento pelo filho Absalão que, por falta de conselho do pai, seguiu os de Aitofel.

EU ME SOLIDARIZO
Eu me solidarizo com aqueles pais que reconhecem que foram relapsos, omissos, irresponsáveis e críticos e, agora, em lágrimas ajoelhadas, pedem perdão a Deus por não terem pastoreado seus filhos, que também não pastoreiam seus netos.
Eu me solidarizo com aqueles pais que, mesmo tendo perdido o rumo, agora se põem no caminho e oram por seus filhos, tentam orientar seus filhos e não desistem dos seus filhos e cuidam também de suas próprias almas.
Eu me junto a esses pais em oração.
E todos que oram com este pai seguem o exemplo de outro pai: aquele cujo filho pródigo (da parábola de Jesus Cristo) partiu, mas cujas orações trouxeram de volta.

Fonte: Prazer da Palavra

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Muro!

Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.

E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Ei, desce do muro agora… Vem prá cá!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:



Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:



Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono.


Quando seus pensamentos e aflições darão lugar a uma obediência prática do evangelho?

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Raízes profundas


Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava. Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer.

Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria. Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries.

Disse-me ainda, que frequentemente dava uma palmadinha nas suas árvores com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas. Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho. Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.

Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência. Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho!

O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno. Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda. Que efeito curioso, pensei eu...

As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido. Frequentemente, oro por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:

"Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo"...

Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos. Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais. Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.

Portanto, pretendo mudar minhas orações. Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida é não é muito fácil.

Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.

Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.

Fonte: Thomaz Lupo Neto 

O modo correto de orar!


Assombra as pessoas de fé a ansiedade pela maneira "correta" com que deve ser feita a oração.
É como se Deus estivesse numa caverna, esperando que, do lado, de fora digamos o abra-cadabra certo, ou fosse um cofre que tem um segredo cheio de letras que precisamos manejar até encontrar a combinação certa, ou uma máquina que dispensa dinheiro ou refrigerante que espera que apertemos o botão certo que faz cair a bênção, desculpe, o produto, ou um aladim na garrafa a ser libertado com palavras mágicas.
Um deus assim não é senhor, mas escravo, a quem damos ordens. Um dos pregoeiros da chamada oração de confissão positiva ensina: "Tendo recebido a alegria divina em nosso coração, não precisamos mais esperar para que sejamos abençoados, mas somente crer e determinar que a obra seja feita". 
Além desta visão sem base bíblica, há outras que nos levam a pensar que há uma maneira correta para o corpo se postar na oração, e parece que Deus prefere aquela feita de joelhos ou com as mãos levantadas. 
De igual modo, se fizermos a nossa oração "em nome de Jesus", ele vai nos atender.
Orar é mergulhar numa atmosfera de mistério. Devemos orar, bater, insistir até e esperar sempre. Deus tem uma vontade (desejo), que se cumprirá. Apresentamos a nossa, mas é a dele, sempre melhor para nós, que acontecerá. 
Não existe um modo correto de orar, mas deve haver um coração contrito na oração.
Se não fomos atendidos, não precisamos nos angustiar fazendo perguntas que não têm respostas. Não precisamos subir em montes que vem o socorro.
Não precisamos jejuar, para ser ouvidos, embora devamos jejuar, para conhecermos mais de Deus. Não precisamos decorar orações respondidas para sermos atendidos; devamos nos derramar diante dEle conscientes de Sua presença. 
O modo correto da oração é, portanto, a espera.

Fonte: Prazer da Palavra

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A engenharia da alma


Pode ser de chegar o momento em que temos que reconstruir nossas almas.
A alma é aquele lugar de nosso ser onde se encontram razão, emoção e fé.
A alma é o corpo habitado por Deus, o coração habitado por nós mesmos.
A alma é aquele porto onde chegadas e partidas são administradas, de modo que as saídas não doam muito.
A alma é aquela caixa registradora em que os ganhos são sempre maiores que as perdas, movida completamente pela esperança.
Então, a alma perde o equilíbrio quando morre um amigo de uma doença rápida, embora acreditássemos que ele sobreviveria.
Ou quando acontece uma demissão inexplicada, conquanto achássemos que dávamos o sangue para a empresa, cuja história acreditávamos ter ajudado a escrever.
Ou quando um filho esperado -- esperado, esperado -- morre na primeira enfermidade que enfrenta.
Ou quando uma luta intensa pela saúde de uma pessoa querida nos drena toda a energia e toda a teologia, a despeito da alegria pela recuperação.
Ou quando o afeto se transforma em ódio e, depois, em separação, em briga por guarda de filhos e em disputa pelo patrimônio.
Nestes momentos, nossa alma se contrai e se proíbe de produzir valor para a vida.
Então, precisamos reconstruir nossas almas.
É quando estamos mais sós.
Mas esta não é obra de solidão. 

Fonte: Prazer da Palavra

A nobreza do gesto e a importância de uma saudação


Conta uma história que um Judeu trabalhava em um frigorifico na Noruega. Certo dia ao terminar sua jornada de trabalho, foi a uma câmara frigorífica para fazer uma inspeção, inexplicavelmente a porta se fechou e o fecho de segurança travou e o trabalhador ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era quase impossível que alguém pudesse escutá-lo pois a porta era muito grossa. Já estava a quase cinco horas preso na câmara e quanto mais o tempo passava mais próximo da morte por congelamento ele estava. De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e resgatou o trabalhador ainda com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia, "Porque ele foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?"

Ele assim o explicou:

- Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim todas as tardes. Todos os demais me tratam como se eu não existisse.

- Hoje pela manhã me disse “Bom dia” quando chegou. Eu espero por esse bom dia ou olá, todas as manhãs e por um tchau ou até amanhã, todas as tardes. Entretanto não se despediu de mim, pensei que poderia estar em algum lugar do prédio ou poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei.

Tenha um bom dia!!!!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Não é confortável crer em Deus


É um conforto saber como Deus age.
É como ir a um culto e conhecer todas as canções. Sentimo-nos em casa.
Só que não sabemos como Deus age. Se soubéssemos, ele seria tão previsível que não seria Deus. Se soubéssemos, ele não teria o poder (absoluto) que tem.
Fora dos seus padrões, Deus fez um teste com Abraão e lhe pediu algo absurdo. Só que Abraão não sabia que era um teste. Mesmo angustiado, fez a prova. E passou. Deus não fez este teste com mais ninguém.
Você tem um amigo que está doente. Você ora por ele e Deus o cura. Você tem outro amigo que está doente. Você ora por ele e Deus não o cura. É um desconforto descobrir que as ações de Deus não são padronizadas nem padronizáveis. 
É um desconforto saber que Deus não é controlável por nós, seja por meio de nossas orações bonitas, nossas ofertas financeiras sacrificiais ou nossas ações beneméritas.
É um desconforto não ver Deus em nosso retrovisor.
Mas nós só podemos orar a Deus porque não sabemos como Ele age, uma vez que Ele é impadronizável, 
imprevisível, 
imponderável, 
imanipulável, 
indominável,
incontrolável, 
incomprável,
incomparável.
Só um Deus que não segue padrões pode atender as nossas orações, sobretudo aquelas que integram o rol das (humanas) impossibilidades. 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A igreja protestante já não protesta mais


A Reforma Protestante do Século XVI foi o maior movimento na igreja cristã depois do Pentecostes. Não foi uma inovação, mas uma volta ao cristianismo puro e simples, uma retomada da doutrina apostólica, um retorno às Escrituras. A igreja cristã havia se desviado da verdade, e introduzido doutrinas e práticas estranhas às Escrituras. O culto às imagens, a mediação dos santos, a veneração a Maria, a salvação pelas obras, o confessionário, o purgatório, as relíquias, as indulgências e a infalibilidade papal foram desvios gritantes que encontraram guarida na igreja. Urgia uma Reforma e Deus preparou o momento e as pessoas certas para essa volta às Escrituras. No dia 31 de Outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero, fixava nas portas da igreja de Wittenberg suas noventa e cinco teses contras as indulgências, deflagrando, assim, esse decisivo movimento. 
Hoje, ao olharmos o cenário religioso brasileiro constatamos que a igreja evangélica precisa de uma nova Reforma. Desviamo-nos do caminho da ortodoxia. As verdades essenciais da fé evangélica estão ausentes de muitos púlpitos chamados protestantes. 
Novidades estranhas às Escrituras têm sido introduzidas nas igrejas sob a conivência de uns e o silêncio de outros.

A igreja protestante já não protesta mais.

Somos chamados de evangélicos, mas o puro evangelho está escasseando em muitas igrejas. Temos influência política, mas falta-nos autoridade moral. Temos poder econômico, mas falta-nos poder espiritual. Temos um explosivo crescimento quantitativo, mas falta-nos o crescimento qualitativo. Precisamos de uma nova Reforma. Listaremos a seguir três motivos que exigem uma nova Reforma já. 
  1. Porque o liberalismo teológico tem assaltado muitas igrejas em nossa Pátria - O mesmo liberalismo que devastou as igrejas na Europa, e na América do Norte chegou às terras brasileiras, e seu fermento maldito está presente em muitos seminários, e este veneno letal tem sido espalhado das cátedras para os púlpitos e dos púlpitos para os crentes e assim, muitas igrejas já não crêem mais na inerrância e suficiência das Escrituras. Em consequência desse colapso espiritual há algumas igrejas que defendem um concubinato espúrio entre cristianismo e evolucionismo, negando a realidade da criação, conforme registrada em Gênesis 1 e 2.
  2. Porque o misticismo sincrético tem invadido muitos arraiais evangélicos - Temos visto a igreja evangélica brasileira capitular-se ao misticismo pagão. O verdadeiro evangelho está ausente de muitos púlpitos. Prega-se sobre prosperidade e não sobre salvação. Prega-se sobre curas e milagres e não sobre arrependimento e novo nascimento. O lucro substituiu a mensagem da salvação em muitas igrejas. Temos visto igrejas se transformando em empresas, o púlpito em balcão, o evangelho num produto e os crentes em consumidores. Além desse descalabro, muitas crendices têm substituído à verdade em não poucas igrejas. Esses crentes incautos têm se alimentado do farelo do sincretismo em vez de serem nutridos pelo Pão da Vida. Há crentes que olham para a Palavra de Deus como um livro mágico e consultam a Bíblia como se ela fosse um horóscopo. Há aqueles que colocam um copo d’água sobre o aparelho de televisão, enquanto o suposto homem de Deus ora, pensando que essa água "benzida" tem poder extraordinário. Essas práticas não são bíblicas e devem ser reprovadas. Urge certamente uma nova Reforma.
  3. Porque muitas igrejas se acomodaram a uma ortodoxia morta – A Reforma restaurou não apenas a supremacia das Escrituras e a primazia da pregação, mas também, enfatizou a necessidade de uma vida piedosa. Não podemos separar a teologia da vida; a doutrina da prática; a ortodoxia da piedade.

Não basta conhecer a verdade, precisamos ser transformados por essa verdade. Na Igreja Reformada encontramos teologia pura e vida santa. 

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Vivendo no futuro


"Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor. Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós. Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão; porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu; segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível" Filipenses 3:1-6 

A juventude de Paulo mostra uma dedicação ao estudo intensivo da lei. Usando seu conhecimento da lei, ele atacou os cristãos com uma vingança incomum. E não passou tempo lamentando seu passado; assim que conheceu Jesus, sua intensidade concentrou-se no futuro e na busca desse relacionamento.
Você permite-se buscar a Jesus?

Seus esforços diários estão focados no porvir, ao invés de no outrora?

Não entre por esse caminho! O que importa é perceber que você precisa de um Salvador e, então, permita que ele habite seu coração.

Fonte: Thomas Lupo

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A nós pertence o corar de vergonha - C. H. Spurgeon


"Ó SENHOR, a nós pertence o corar de vergonha... porque temos pecado contra ti" Daniel 9.8


Um profundo senso do pecado, da sua infelicidade e da punição que ele merece deve fazer com que nos prostremos diante do trono de Deus. Temos pecado como crentes. Embora tenhamos sido abundantemente abençoados, temos sido ingratos.
Privilegiados ao máximo, não temos produzido frutos proporcionais ao benefício recebido. Do que o crente não se envergonhará, quando considerar o seu passado? Os nossos dias passados, quando não éramos salvos, têm de ser perdoados e esquecidos. No entanto, desde o dia de nossa conversão, temos pecado contra a luz e contra o amor — a luz que iluminou nossas mentes e o amor no qual nos regozijamos.

O pecado cometido por um pecador não perdoado possui consequências leves, se comparado com um pecado de um dos próprios eleitos de Deus que tem desfrutado de comunhão com Cristo. Pense em Davi! Muitos falarão a respeito do pecado de Davi, mas considere o seu arrependimento!

Ouça os ossos feridos de Davi, quando cada um deles profere os gemidos de sua dolorosa confissão! Veja as lágrimas de Davi, quando elas caem no chão, e escute os profundos suspiros que acompanham a música branda de sua harpa! NÓS TEMOS PECADO; BUSQUEMOS, POIS, O ESPÍRITO DE ARREPENDIMENTO. Pensemos no apóstolo Pedro. Falamos sobre o seu pecado de negar a Cristo.

Lembremo-nos de que ele chorou amargamente (Lucas 22:62). Não temos qualquer negação de nosso Senhor da qual temos de nos lamentar com lágrimas? OS NOSSOS PECADOS, ANTES E DEPOIS DE NOSSA CONVERSÃO, PODERIAM NOS MANDAR PARA O LUGAR DE FOGO INESTINGUIVEL, SE NÃO FOSSE POR CAUSA DA SOBERANA MISERICÓRDIA DE DEUS. Prostre-se com um senso de pecaminosidade e ADORE A DEUS. Admire a graça que o salvou, a misericórdia que o poupou e o amor que o perdoou!

Quando seus pensamentos e aflições darão lugar a uma obediência prática do evangelho? 

Fonte: Thomas Lupo

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A Bíblia fala algo sobre eleição?



  1. "NOS ESCOLHEU antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis" Efésios 1:4
  2. "Ele NOS PREDESTINOU para sermos Seus filhos adotivos por Jesus Cristo, conforme a decisão da SUA VONTADE" Efésios 1:5
  3. "Nele, PREDESTINADOS pela decisão d'Aquele que tudo opera segundo o conselho da SUA VONTADE, fomos feitos Sua herança" Efésios 1:11
  4. "E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros, aqueles que ERAM SALVOS" Atos 2:47
  5. "Porque DEUS VOS ESCOLHEU desde o principio para serdes salvos" 2 Tessalonicenses 2:14
  6. "RESERVEI para Mim sete mil homens que não dobraram o joelho a Baal" Romanos 11.4
  7. "Se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma vida se salvaria. Mas por causa dos ELEITOS aqueles dias serão abreviados" Mateus 24:22
  8. "Pois hão de surgir falsos Messias... de modo a enganar, se possível, até mesmo os ELEITOS" Mateus 24:23
  9. "Ele enviará os Seus anjos que, ao som da grande trombeta, reunirão os SEUS ELEITOS..." Mateus 24:31
  10. "E Deus não faria justiça a SEUS ELEITOS que clamam a Ele dia e noite, mesmo que os faça esperar?" Lucas 18:7
  11. "Portanto, como ELEITOS DE DEUS, santos e amados..." Colossenses 3:12
  12. "Paulo, servo de Deus... para levar os ELEITOS DE DEUS à fé e ao conhecimento da verdade conforme a piedade" Tito 1:1
  13. "Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros... ELEITOS, segundo a presciência de Deus Pai..." 1 Pedro 1:1,2
  14. "O ancião à senhora ELEITA..." 1 João 1
  15. "Os filhos da tua irmã ELEITA te saúdam" 1 João 13
  16. "A que está em Babilônia, ELEITA como vos, vos saúda" 1 Pedro 5:13
  17. "Por eles eu rogo, não rogo pelo mundo, mas pelos que ME DESTE, porque são Teus" João 17:9
  18. "Muito alegres por estas palavras, os gentios glorificavam a Palavra do Senhor, e todos aqueles que eram DESTINADOS à vida eterna abraçaram a fé" Atos 13:48
  19. "Porque os que DE ANTEMÃO Ele conheceu, esses também PREDESTINOU a serem conformes à imagem do Seu Filho... E OS QUE PREDESTINOU, também os chamou; e os que chamou, também os justificou, e os que justificou, também os glorificou... DEPOIS DISTO, QUE NOS RESTA A DIZER?" Romanos 8:29-31
  20. "Assim também no tempo atual constituiu-se um resto segundo A ELEIÇÃO da graça. E se é por graça, não é pelas obras, do contrario a graça não é mais graça" Romanos 11:6
  21. "...quando não haviam nascido, e nada tinham feito de bem ou de mal, a fim de que ficasse firme a LIBERDADE DA ESCOLHA DE DEUS, dependendo não das obras, mas daquele que chama, foi-lhe dito, O maior servirá ao menor" Romanos 9:11
  22. "Aquilo que tanto aspira, Israel não conseguiu; conseguiram-no, porém, OS ESCOLHIDOS" Romanos 11:7
  23. "Mas o que é loucura no mundo, Deus o ESCOLHEU... o que é fraqueza no mundo, Deus o ESCOLHEU... o que é vil e desprezado... DEUS ESCOLHEU...a fim de que nenhuma criatura se possa vangloriar diante de Deus" 1 Colossenses 1:27
  24. "Portanto, NÃO NOS DESTINOU Deus para a ira, mas sim para alcançarmos a salvação" 1 Tessalonicenses 5:9
  25. "Mais exatamente, quem és tu, oh homem, para discutires com Deus? Vai acaso a obra dizer ao artífice: Por que me fizeste assim? O oleiro não pode formar da sua massa seja um utensílio para uso nobre, seja um outro para uso vil?" Romanos 9:20-21
  26. "Farei misericórdia a quem EU FIZER misericórdia e terei piedade de quem EU TIVER piedade" Romanos 9:14

Quando consideramos o relacionamento de um Deus Soberano com um mundo caído, enfrentamos basicamente quatro opções: 

  1. Deus poderia decidir não prover nenhuma oportunidade para ninguém ser salvo;
  2. Deus poderia prover uma oportunidade para todos serem salvos;
  3. Deus poderia intervir diretamente e garantir a salvação de todas as pessoas;
  4. Deus poderia intervir diretamente e garantir a salvação de algumas pessoas.

Todos os Cristão imediatamente excluem a primeira opção. A maioria dos Cristãos  excluem a terceira. Enfrentamos o problema que Deus salva alguns e não a todos. O Calvinismo responde com a quarta opção. A visão Calvinista da predestinação ensina que Deus ativamente intervém nas vidas dos eleitos para ter certeza absoluta de que eles sejam salvos. É claro que o restante é convidado a Cristo e é dada a eles a oportunidade para que sejam salvos, se eles quiserem. Mas o calvinismo assume que, sem uma intervenção de Deus, ninguém jamais vai querer Cristo. Deixado a si mesmo, ninguém jamais vai escolher Cristo.

Este é precisamente o ponto da disputa. As visões não reformadas da predestinação assumem que cada criatura decaída é deixada com a capacidade de escolher Cristo. O homem não é visto como sendo tão decaído que seja necessária a direta intervenção de Deus ao grau que o Calvinismo firma. As visões não reformadas todas deixam ao poder do homem que lance na urna o voto decisivo para o seu destino definitivo. Nestas visões, a melhor opção é a segunda. Deus provê oportunidades para que todos sejam salvos. Mas, certamente, as oportunidades não são iguais, uma vez que vastas multidões de pessoas morrem sem jamais ouvir o Evangelho.

O não reformado faz objeções à quarta opção porque ela limita a salvação a um seleto grupo que Deus escolhe. O não reformado faz objeções à segunda opção porque ele vê a oportunidade universal de salvação como não provendo o suficiente para salvar a todos. O Calvinista vê Deus fazendo muito mais pela raça humana decaída através da opção quatro do que através da opção dois. O Não Calvinista vê justamente o inverso. Ele pensa que dar uma oportunidade universal, embora falhe em garantir a salvação a todos, é mais benevolente do que garantir a salvação de alguns e não de outros.

E você? Qual a sua opinião? Você defende o Calvinismo, Arminianismo ou algum outro pensamento? Faça seu comentário.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

De quem é a iniciativa na oração?


Lendo as orações da Bíblia, aprendemos também que Deus toma a iniciativa.
Poderíamos pensar nas grandes chamadas de Deus a pessoas específicas (Noé, Abraão, Moisés, Isaías, Jeremias, Amós, Pedro, Paulo), mas pensemos numa mulher desamparada: Agar (Gênesis 16).
Como iria ela orar ao Deus de Abraão, se este homem a humilhara?
Grávida, à beira de um oásis, espera o pior, mas Deus a encontra no deserto.
Ela orou (numa das mais curtas preces de exaltação encontrada na Palavra de Deus: "tu és o Deus que me vê") porque o Senhor veio em seu socorro primeiro.
Achamos que tomamos a iniciativa de orar, mas estamos sempre respondendo.

Fonte: Prazer da Palavra

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Vivemos com fé no futuro


"Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam. Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas. Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas" Filipenses 3:17-21

Viver como cidadão do céu significa que o que faz revela atributos celestiais. E o que você revela como cidadão está guiando alguém que está lhe observando, no sentido de como ser um bom cidadão. Se não há problema falar mal de um irmão, então acharão que não há problema agirem da mesma maneira; eis uma armadilha fácil!
O que sua conduta mostra aos outros?
Você tem consciência do quanto influencia as pessoas?
Viva de tal maneira que o observado sobre sua cidadania celestial seja um retrato verdadeiro.

Fonte: Thomaz Lupo Neto