sexta-feira, 24 de maio de 2013

Consulta Ciganos no Nordeste


A Missão Juvep está organizando a Consulta Ciganos no Nordeste. Essa consulta será no dia 31 de maio, das 9hs às 17hs na sede da missão em Cabedelo, Paraíba. Essa iniciativa conta com o apoio da Missão Amigos dos Ciganos (MACI), da Rede Nacional de Apoio aos Ciganos (RENACI) e do Instituto Antropos.

Teremos a presença do Pr Igor Shimura, presidente  da Missão Amigos dos Ciganos, do Pr Valdir que é o primeiro pastor cigano do Brasil e presidente da RENACI, e do Pr Robelito, presidente do núcleo da MACI na Bahia.

Consulta

A Consulta será uma reunião estratégica com líderes de agências e obreiros envolvidos ou interessados na evangelização de ciganos, onde serão compartilhados dados, pesquisas e definidas algumas ações em conjunto. Também será uma rica oportunidade de conhecer as iniciativas existentes.

Inscrição

O valor da Inscrição é de apenas R$ 25,00 (vinte e cinco reais), inclui coffee-break e almoço. Caso deseje participar preencha a ficha de inscrição online.

Contato

Telefone: 83 3248.2095 - Escritório Juvep
Email: centraldemissoes@juvep.com.br


Contamos com sua presença e contribuição para a evangelização dos ciganos no Nordeste.

Missão Juvep



Há crianças que vivem no medo e não conhecem à Deus. Visite o nosso site e saiba como nos ajudar a transformar estas vidas: www.aprisco.org 
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terça-feira, 21 de maio de 2013

Marinha abre concurso para Capelão Naval. Salário: R$ 7,4 mil


O prazo está quase se encerrando - as inscrições estão abertas só até o dia 22 de maio - o fato é que a Marinha do Brasil está com três vagas para o cargo de Capelão Naval, sendo 02 (duas) vagas para Sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana e 01 (uma) vaga para Pastor da Igreja Batista.
De acordo com o edital do concurso, o salário para os cargos é de R$ 7.400. Para concorrer, é preciso ser brasileiro nato, ter entre 30 e 41 anos de idade e ter formação teológica regular de nível universitário, reconhecido pela autoridade eclesiástica de sua religião. A inscrição pode ser feita no site da Diretoria de Ensino da Marinha.
Quem for classificado após todas as etapas do processo seletivo passará por um curso de formação de oficiais com duração de 39 semanas, no Rio de Janeiro. Após o curso, será nomeado oficial com o posto de primeiro-tenente da Marinha.

Fonte: https://www.ensino.mar.mil.br/marinha/index_concursos.jsp?id_concurso=264


quinta-feira, 9 de maio de 2013

TER MEDO É HUMANO


Qual a maior virtude de Davi, o rei de Israel ? É difícil escolher uma, mas certamente a coragem está entre elas. No entanto, há pelo menos um episódio em que fica claramente com medo (1 Samuel 21.10-15).
Enfraquecido diante da fúria persecutória de Saul, Davi fugiu para Gate, cidade filisteia governada por Aquis. O rei local reconheceu Davi como guerreiro poderoso. Em lugar de se valorizar, o filho de Jessé temeu que Aquis o enfrentasse e derrotasse.
Então, teve medo.
Na tentativa de se livrar, fingiu-se de louco. A estratégia deu certo. Em seguida, fugiu para outro lugar.
Aprendemos, com esta história, que o mundo é o que ele é e não o que gostaríamos que fosse. Por isto mesmo, Jesus, quando enviou seus apóstolos, deu-lhes esta (estranha) instrução: "Eu os estou enviando como ovelhas entre lobos. Portanto, sejam astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas" (Mateus 10:16). Davi tinha o dever de proteger a sua vida. O cuidado é não tornarmos a ética da exceção na ética da regra, legitimando-se todos os recursos em nome de uma propalada defesa da vida.
Esta mesma passagem, no entanto, nos adverte que a nossa força pode ser nossa fraqueza. O valente Davi teve medo.
Talvez devêssemos julgá-lo: ele não cantou nenhum salmo. Ele teve medo. Antes, devemos nos identificar com ele: há situações que nos põem medo. Por que não admiti-lo.
O que não podemos é fazer do medo a regra.
Se tivermos medo, devemos, no limite, agir como Davi; como ideal, devemos pedir a Deus que nos fortaleça.





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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Encante-se com os que o encantam


Quando se assenta diante de uma pessoa visionária, você pode se deixar tomar por dois sentimentos.
Um é o da amargura, chamada geralmente de inveja. "Se tivesse as mesmas condições, eu também faria o que ele faz. Não vejo nele tudo o que dizem. Ele é movido pela vaidade. Ele pensa que é a história é movida por frases de efeito. No meu contexto, nenhuma ideia dele iria para frente".
Outro é o do prazer. Prazer de ouvir sonhos. Prazer de ver uma pessoa que faz as coisas acontecerem. Prazer que produz inspiração. Prazer que gera admiração.
Diante de uma pessoa que sonha e realiza, mesmo que não prosperem todos os seus projetos, podemos dar nossos próprios passos.
E o primeiro é que precisamos nos assentar diante daqueles que, enquanto falam, os olhos brilham; seus braços parecem abraçar o mundo, porque o mundo ficou pequeno diante da grandeza dos seus sonhos.
E o segundo é que também podemos sonhar. Ou melhor: devemos sonhar. O mundo pode ser diferente do que é. E isto começa com um sonho. O mundo está diante de nós para ser construído.
Afinal, não temos que fazer hoje o que precisamos fazer do mesmo modo que fizemos ontem.
A propósito: qual foi a última vez em que você se assentou para ouvir uma pessoa cheia de visão, a fim de aprender com o vigor da sua esperança?





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quarta-feira, 17 de abril de 2013

NEM SEMPRE COLHEMOS O QUE PLANTAMOS

O homem não tinha mais qualquer esperança.
Estava conformado com a sua condição. Desde cedo, nas brincadeiras com os colegas, aprendera que este era o seu castigo e que precisava suportá-lo. As pessoas os ajudavam, dando-lhe esmolas. Tocava a vida, uma vida triste, que não podia ver as águas do tanque de Siloé, não podia tocar nelas. Não podia brincar nelas.
Ouviu dizer que Jesus apareceu na cidade, mas nem pensou em lhe pedir que o curasse. Se tivesse chance, pediria uma esmola. Será que o galileu era generoso?
O galileu atravessou o pórtico da cidade. O homem estava por ali, mas Jesus não o notou. Os discípulos o viram e sentiram que estavam diante da oportunidade de confirmar ou negar a sua teologia sobre o sofrimento.
Crivaram Jesus de perguntas sobre o homem. Queriam saber como se aplicava, no caso, a lei da semeadura. Ele agora colhia, mas qual foi a semente? Na linearidade da vida, A produz B. Eles estavam diante do B, mas qual foi o A?
Jesus deixou de lado as palavras.
Embora fosse sábado, cuspiu.
Embora fosse sábado, cuspiu no chão.
Embora fosse sábado, cuspiu no chão e fez uma pomada de cuspe e pó.
Embora fosse sábado, tomou a pomada precária que fizera e passou nos olhos do homem.
Embora fosse sábado, mandou o homem se lavar no tanque de Siloé, que ele bem sabia onde ficava.
Embora fosse sábado, o homem caminha até o tanque de Siloé e lava o rosto.
Quando suas mãos descem, da testa para baixo, ele olha para as águas e vê o seu movimento. Não está mais cego.
Aquele homem -- que homem era aquele que não pudera ver? -- o curara.
Seus amigos duvidaram, porque nunca se importaram com a sua condição, mas aquele homem se importara.
Os especialistas convidados para discutir sua cura -- com ele não se importando também -- preferiam lamentar que tivesse começado a enxergar no sábado.
Os discípulos, os amigos e os especialistas não se importaram, mas Jesus se importou.
Ele sempre se importa conosco, não importa se sejamos gordos, mancos, cegos ou surdos. Ele olha para as nossas necessidades, nunca para os rótulos-estigmas-estereótipos-juízos que nos põem na tentativa de nos tirar de circulação.
Jesus nos pede que nos lavemos no tanque de Siloé.



Jesus realmente se importa com os pequeninos. Junte-se a nós e lance seu "olhar" na incrível tarefa de "abrir as portas" para uma vida melhor aos pequeninos. Visite o nosso site e saiba como se envolver: www.aprisco.org 
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domingo, 31 de março de 2013

O PRIMEIRO DIA


Era domingo, dia que os primeiros cristãos consideravam o primeiro da semana (Mateus 28.1; Marcos 16.2 e 9; Lucas 24.1; João 20.1 e 18; Atos 20.7; 1Coríntios 16.2), como acontece até hoje.
O domingo, como todos os dias naquela época, começava quando o sol começava a iluminar a terra.
No início do domingo, ia começar a segunda etapa do luto. O sábado foi de choro. O domingo seria de choro e de homenagem ao morto. As mulheres então chegaram ao sepulcro: queriam perfumar o corpo de Jesus, com os óleos que prepararam desde o sábado (ou sexta-feira, no nosso calendário).
Uma delas tinha guardado um pouco do nardo que usara, na semana passada, para homenagear Jesus em Betânia, quando precisou romper a tampa do vaso de alabastro que o continha.
Deixaram suas casas sozinhas e foram para o jardim do túmulo, que era protegido por uma pedra pesada, tão pesada que nem juntas poderiam remover. Devem ter pensado como Abraão a caminho do monte Moriá: Deus proverá. E foram.
Quando chegaram, surpresa! O túmulo estava aberto.
Entraram, surpresa! O túmulo estava vazio.
Dor. Lágrimas de novo. Roubaram o corpo de Jesus? Que fazer com os perfumes nas mãos?
Então, Jesus apareceu vivo (tinha sido ressuscitado!), confortando com as mesmas palavras dos pastores aos anjos em Belém, havia 30 anos. "Não tenham medo", ouviram elas. "Contem o que viram". Elas contaram.
Havia algo nele de diferente, até sua mãe deve ter notado.
Seu corpo tinha experimentado o poder da ressurreição.
Era um corpo glorificado, que atravessava paredes. Tinha uma memória glorificada, que só lembrava coisas belas.
Caminhava, mas voava, mesmo sem asas, se fosse preciso.
Comia, menos pelo alimento e mais pelo companheirismo.
O corpo do Jesus ressuscitado é o que eu vou ter quando vencer a sexta-feira.
O corpo do Jesus ressuscitado será o de todo aquele que olhou para a cruz e foi perdoado por ele.





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sábado, 30 de março de 2013

O ÚNICO SÁBADO


Era sábado.
Depois da última sexta-feira, era dia de luto.
A partida doeu em Maria, nos irmãos dele, nos amigos dele, nos admiradores dele, mas doeu mais em Maria, porque é maior a dor de uma mãe que sepulta o filho.
Doeu também no Pai, mas o Pai sabia que a história não tinha terminado.
Para Maria, Pedro, João e todos os amigos, a história tinha terminado.
O sábado começou quando eles deixaram para trás o túmulo trancado. (Era sábado, mas nos outros calendários ainda era sexta-feira, a noite chegando.)
Todos os lutos são longos, mas o de Jesus parecia encerrar a esperança. Era um vazio eterno.
Na sexta-feira, ainda havia alguma esperança, de que Deus desse um jeito e o livrasse da morte. Não livrou.
Agora era tempo de apenas chorar o fim dos sonhos, das promessas e das possibilidades.
Nada fizeram no sábado, senão chorar.
Mas houve quem trabalhasse no sábado: foram os executores de Jesus, que decidiram reforçar a segurança do sepulcro, para que ninguém o abrisse, de fora para dentro. Está nos evangelhos.
Não foram os únicos. O Pai de Jesus trabalhou também. Não está nos evangelhos.
Faz parte da imaginação. Ele reuniu o seu pessoal e deu as instruções.
O Espírito Santo sopraria o hálito da vida. Um anjo desenrolaria a roupa mortuária. Outro anjo removeria a pedra, de dentro para fora. Outro ficaria de lado de fora para avisar os desavisados que o procurassem dentro do túmulo.
Ficou tudo acertado ainda no sábado, mas seria preciso esperar o domingo.
Quando Deus quer fazer, não há nada (nem a morte) nem ninguém (com todo o poder que tenha) que o possa impedir.





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