quarta-feira, 26 de março de 2014

Você pode fazer MELHOR!

Muitos anos depois, encontraram-se os dois.
O aluno e o professor nunca mais tinham se visto.
O aluno contou uma história:
-- Estou aqui diante de alguém com quem aprendi uma grande lição. Na véspera de minha formatura, pronto para o jantar e para a festa, ele me procurou e disse que eu não ia me formar porque a minha monografia não estava apresentável. Ele me desafiou dizendo que eu podia fazer mais do que fizera.

Fez uma pausa, olhando para o professor:
-- Você me disse que eu tinha até o dia seguinte para refazer a monografia.
Transtornado e sem saída, o aluno deixou o jantar e foi para a casa. Virou a noite e parte do dia. Refeito o trabalho, levou-o ao professor, que lhe comentou:
-- Eu sabia que você ia conseguir. As pessoas de quem você vai cuidar precisam do melhor que você pode lhes dar.
O aluno, quase às lágrimas de alegria também pelo reencontro, concluiu:
-- Desde então tenho procurado fazer sempre o melhor que eu posso.
Sim, há sempre uma maneira de fazermos melhor o que nós fazemos, para o nosso próprio bem e para o bem dos outros.

Fonte: Prazer da Palavra


A APRISCO tem dado o seu melhor para muitas crianças, pois cremos num mundo melhor: www.aprisco.org 

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

CNE APROVA AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DE TEOLOGIA

CNE APROVA AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DE TEOLOGIA


A Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional e Educação aprovou, no dia 12 de Março de 2014, pelo voto unânime dos Conselheiros presentes à sessão, o parecer que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação de Teologia, bacharelado. O texto foi construído paulatinamente, desde 2010, pela relatoria do Conselheiro Gilberto Garcia, e contou com a assessoria da Comissão de Especialistas para subsidiar a formulação das diretrizes curriculares nacionais dos cursos de Teologia que foi instituída pela Portaria MEC/SESu nº 595 de 24 de maio de 2010. 

O texto do Relator foi aprovado em quase toda sua integralidade, com exceção da novidade da obrigatoriedade do estágio curricular supervisionado. O documento seguirá para fase de revisão técnica no CNE e depois de assinado pelo Relator e Presidente da CES/CNE será publicado no Diário Oficial da União e seguirá imediatamente para a homologação ministerial. Após um (1) ano da publicação da Resolução que estabelece as Diretrizes, ficam revogados os efeitos do Parecer CNE/CES 63/2004, que dispõem sobre a regulamentação e reconhecimento civil de cursos teológicos livres realizados antes do Parecer CNE/CES 241/1999, não sendo mais permitido o aproveitamento de estudos e convalidação de títulos de cursos livres de Teologia, após esta data.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

TRANSFORMAÇÃO, DE UMA VEZ POR TODAS

De vez em quando ouvimos de pessoas o relato de que passaram por uma profunda transformação. Não são mais o que eram. Não fazem mais o que faziam.
Num primeiro momento, nós nos alegramos com a mudança, especialmente se essas pessoas não fazem parte do nosso mundo.
Imaginemos uma pessoa que um dia roubou. Ela diz que foi transformada. Acreditamos, até sermos convidados a lhe dar um emprego.
Situemos uma pessoa que um dia foi maledicente. Ela diz que não é mais. Acreditamos, mas ficamos com um pé atrás quando lhe damos as costas.
No fundo, não cremos que as pessoas mudem. Basicamente, temos dificuldade com a possibilidade da transformação pessoal.
No entanto, temos dificuldade em aceitar o preconceito quando nós somos a pessoa que afirma ter mudado. Ontem traímos e hoje sofremos quando ainda nos veem como infiéis. Ontem desviamos dinheiro e hoje sofremos porque não acreditam em nossa honestidade.
O ladrão está condenado a ser sempre ladrão, mesmo que tenha se arrependido.
O maledicente está condenado a ser sempre maledicente, mesmo que tenha deixado este prazer.
Agindo assim, negamos aos outros a mudança que achamos ser possível em nós.
Vivendo assim, negamos o poder da graça de Deus nas vidas das pessoas.
A graça nos livra de todo tipo de condenação. Para sempre.
 
Fonte: Prazer da Palavra

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Assim como Neemias, mantenha o foco e a fé

"SUCEDEU que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesem, o árabe, e o resto dos nossos inimigos, que eu tinha edificado o muro, e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais, Sambalate e Gesem mandaram dizer-me: Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal. E enviei-lhes mensageiros a dizer: Faço uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse, e fosse ter convosco? E do mesmo modo enviaram a mim quatro vezes; e da mesma forma lhes respondi. Então Sambalate ainda pela quinta vez me enviou seu servo com uma carta aberta na sua mão; e na qual estava escrito: Entre os gentios se ouviu, e Gesem diz: Tu e os judeus intentais rebelar-vos, então edificas o muro; e tu te farás rei deles segundo estas palavras; e que puseste profetas, para pregarem de ti em Jerusalém, dizendo: Este é rei em Judá; de modo que o rei o ouvirá, segundo estas palavras; vem, pois, agora, e consultemos juntamente. Porém eu mandei dizer-lhe: De tudo o que dizes coisa nenhuma sucedeu; mas tu, do teu coração, o inventas. Porque todos eles procuravam atemorizar-nos, dizendo: As suas mãos largarão a obra, e não se efetuará. Agora, pois, ó Deus, fortalece as minhas mãos." Neemias 6:1-9

Nesse texto, vemos a conspiração dos inimigos do povo de Deus, na intenção de impedir a reconstrução dos muros da cidade de Jerusalém.
Neemias veio da Pérsia para reconstruir os muros de Jerusalém. O que para muitos eram somente escombros, para ele era a restauração da “Cidade Santa”.
Sambalate e Gesém preparam até uma emboscada (v. 2), seguida de carta aberta formalizando acusações (v. 5); tudo isso para impedir o avanço dos trabalhos. Porém, nada disso foi suficiente para amedrontar o servo de Deus, que estava convicto, decidido a levar até o fim a sua missão. Nem mesmo falsos profetas (v. 14) puderam atemorizá-lo.
 
Quando verdadeiramente compreendemos nosso chamado e confiamos naquele que nos comissionou, aprendemos que ele fortalece as nossas mãos para estarem aos seus serviços.

Fonte: Thomaz Lupo Neto

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Você precisa de quê?

O presidente de uma empresa da área de tecnologia da informação disse que a "telefonia é uma necessidade básica" do ser humano.
A frase mostra, além do interesse comercial evidente, que tendemos a ampliar a nossa lista de "necessidades básicas". Damos, assim, adeus a Abraham Maslow, cuja hierarquia, além das necessidades fisiológicas, incluía APENAS as de segurança, amor (ou pertencimento a um grupo), estima e auto realização.
Quanto maior a lista, mais dependemos dela. Parece, por exemplo, que dependemos mais de tecnologia do que de Deus. É como se nos sentíssemos mais seguros dependendo do que falha do que d'Aquele que jamais falha.
 
Fonte: Prazer da Palavra

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

PEPE Sergipe promove capacitação de professores de crianças



 
O PEPE Sergipe em parceria com a APEC estão promovendo uma capacitação para professores de crianças e missionários facilitadores para unidades do PEPE. A APRISCO.ORG estará sendo representada por seus Educadores Sociais e voluntários da unidade em Siriri.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O DISCRETO PRECONCEITO DA BURGUESIA

As cidades, sobretudo as médias e grandes, têm ruas, bairros ou regiões considerados mais nobres que os outros.
Aos moradores destas áreas são concedidos "status" mais elevados do que os outros, como se tivessem mais valor.
As casas ou prédios são feitos do mesmo material, mas custam mais. Os cômodos são, muitas vezes, menores, mas valem mais.
Um transeunte desinformado que passeie pelas imediações dificilmente distinguirá a "nobreza" de um e a "pobreza" do outro.
Eis que um professor particular, com mais de 20 anos de atividades bem-sucedidas, com alunos nas duas áreas, dava suas aulas de reforço na aprendizagem para um aluno da área "nobre", quando, inadvertidamente, deixou escapar o bairro onde morava. 
Era do outro lado. Foi sua última aula.
Ele, então, aprendeu como se manifesta o preconceito.
Seus alunos não podem saber onde ele mora. Como suspeitam que more na região deles, é um excelente professor.
Como o preconceito é, além de odioso, estúpido, as aulas que ele dá na zona nobre valem o dobro. Se cobrar menos lá, "não deve ser bom" e fica sem alunos.